15 de ago de 2012

2 Filmes que eu nunca mais esqueci


Como vocês já devem saber, passei a maior parte da minha infância assistindo filmes. Tinha dias que eu via 3, 4 ou até 5 filmes por dia, e eu simplesmente adorava. Hoje, devido aos compromissos da vida adulta, não posso desfrutar desse tempo livre que eu tinha quando era criança, mas sempre que me sobra umas horas à toa, procuro assistir uma boa história na TV da minha casa.

É verdade que não me lembro de todos os filmes que assisti até hoje, e acredito que isso seja totalmente normal, né?! Mas em compensação, têm outros filmes que vi tempos atrás e não sei por que, não consigo tirá-los da cabeça. Volta e meia lembro de suas histórias ou alguma cena específica. E quando isso acontece, muitas das vezes, não me recordo do nome da ficção, então, vou no meu amigo Google procurar por seu nome. E quando os encontro, fico satisfeita por descobrir novas informações sobre esses filmes que até então eu não sabia.

Nesses dias que passaram, lembrei de dois filmes que marcaram a minha infância: Mergulho em uma Paixão e A Ferado Rock

O primeiro foi bem fácil de encontrar. Joguei no Google: filme que menina pula de cavalo e fica cega. Pronto, lá estava ele. Mas o segundo... Puxa, eu só lembrava de algumas cenas esporádicas, mas o que me ajudou mesmo, foi eu ter visto o rosto da Winona Ryder esses dias na TV e ter lembrado do rostinho dela nesse filme. Mas acreditam que até pra encontrar todos os filmes que ela fez não foi tão fácil? Ainda mais esse, que é um dos primeiros do seu currículo. Mas com a ajuda do Wikipédia, tudo fica melhor.

Mergulho em uma Paixão é mais um dos tantos filmes que passavam na Sessão da Tarde na década de 90. E, não importava quantas vezes eu já o tinha visto, se ele era reprisado, lá estava eu no sofá da minha casa vendo-o de novo.

Uma das coisas que mais me chamava a atenção, era o fato de ele ser inspirado na vida de Sonora Webster, que tinha como profissão, pular de cima de um trampolim com cerca de 20 metros cavalgando num cavalo, e juntos, mergulhavam de forma magnífica na piscina que os esperava. 

Pesquisando na internet, descobri que esse espetáculo era um grande sucesso na Stell Pier da Atlantic City de 1880 até a década de 70, tendo perdido sua popularidade devido as fortes críticas dos defensores dos diretiros dos animais. Mas foi em 1931 que Webster foi contratada pela família Carver para apresentar esse show.

No filme, lançado em 1991, ela é uma jovem que passa a morar com sua tia após a morte dos seus pais. Mas ela não tem muita paciência com Sonora, preferindo declaradamente sua irmã mais nova. Então, num belo dia, ela mesma resolve cortar seu cabelo bem curto e sair muito afora. 

A procura de um novo lar, ela para numa fazenda, e é contratada pra trabalhar nesse local que também acaba virando sua casa.

Como faz tempo que não vejo esse filme, não sei dizer ao certo como ela se tornou uma das estrelas dessa apresentação junto com seu cavalo, mas isso acontece. E em um dos seus brilhantes pulos, o cavalo se desequilibra e ela cai com os olhos abertos dentro da água, ficando cega na mesma hora.

Seu marido, até então o responsável pelo show, proíbe que ela continue pulando, mas, por ser teimosa, corajosa e persistente, ela consegue enganar a todos e dar seu primeiro salto cego, o que a levou a continuar pulando por mais 10 anos, sem os espectadores desconfiarem que ela era uma deficiente visual. 

A Fera do Rock, não lembro quando, onde e se já cheguei a assisti-lo mais de uma vez, tenho quase certeza que não, mas uma coisa é certa, as caras e bocas que o cantor fazia enquanto tocava seu piano e o presente que ele deu pra sua jovem esposa: uma casa toda rosa, parecida com de uma boneca, nunca saíram da minha cabeça.

Pesquisando sobre esse filme na internet, descobri que ele é uma biografia do músico Jerry Lee Lewis, um famoso cantor de rock da década de 50 nos Estados Unidos. Mas, o fato dele ter se casado com sua prima Myra Gale Lewis, de apenas 13 anos, foi um dos grandes motivos para sua carreira despencar drasticamente.

'O filme conta a história de Jerry Lee Lewis (Dennis Quaid), apelidado de "The Killer", durante os anos iniciais do rock and roll, 1956-1958. Lewis é mostrado como um homem de várias faces: um talentoso músico indisciplinado, um alcóolatra, e um amoroso marido que as vezes bate na mulher. Quando Lewis atinge o topo das paradas com sucessos como "Crazy Arms", "Whole Lotta Shakin' Goin' On," e "Great Balls of Fire!", ele se apaixona por sua prima de segundo grau de 13 anos de idade, Myra Gale Lewis (Winona Ryder), e um dia se casa com ela. Também é mostrado o relacionamento de Lewis com outro primo, o pastor Jimmy Swaggart (Alec Baldwin). A carreira religiosa de Swaggart o mantém em constante conflito com a vida selvagem do rock and roll, e gera alguns conflitos inconvenientes. O sucesso financeiro de Lewis o proporciona um novo carro que pouco tempo depois ele dá ao primo, e quando Swaggart agradece a Deus pelo presente, Lewis responde: "Não agradeça a Jesus, agradeça a Jerry Lee Lewis!" Quando um repórter britânico (Peter Cook) descobre que ele está casado com sua prima adolescente, Lewis é execrado pelo público como um molestador de crianças pervertido. O filme termina depois que Lewis descobre que vai ser pai, quando sua prima de 13 anos lhe conta que está grávida. A legenda de encerramento diz: "Jerry Lee Lewis está tocando com paixão em algum lugar da América esta noite."'
Sinopse retirada do famoso Wikipédia. 

Eu já sabia que Mergulho em uma Paixão era baseado em uma história real, mas A Fera do Rock, não. E, tenho que confessar que fiquei muito feliz em saber isso, porque sempre gostei muito de histórias da ficção que realmente aconteceram, como O Resgate de Jéssica, que é outro filme que me amarro e até já comentei dele aqui também.

Sei que os filmes são antigos, mas se você puder, e quiser, tenta assisti-los, são realmente ótimas histórias.

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